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COMENTÁRIO DO ESPETÁCULO SWEET CHARITY
Elenco em cena
“SWEET CHARITY”: UM DOS MELHORES ESPETÁCULOS DO GÊNERO MUSICAL

Quando Federico Fellini, (1920-1993), o mago do cinema italiano, dirigiu “Noites de Gabiria”, em 1953, com Giuletta Massima, sua esposa e musa, não imaginou que estava Inspirando um roteiro para o musical “Sweet Charity”, um dos melhores argumentos para o cinema e mais tarde o palco. O primeiro a ser tocado pela obra do diretor de “A Estrada da Vida” e “Amarcord”, foi Neil Simom um dos mais produtivos dramaturgos americanos, que transformou a história de Charity Hope Valentini, na obra teatral “Sweet Charity”, como sabemos, transformada em musical na Broadway e sucesso no cinema na interpretação magistral de Shirley Mackeleine.

Para Bob Fosse de saudosa memória, o mais ativo e dinâmico coreógrafo, foi uma fonte de inspiração e criação. Com música de Cy Coleman e letras de Dorothy Fields, o espetáculo chega até nós graças a supervisão de nomes há muito ligados aos musicais: Charles Moelleer, direção; Cláudio Botelho versão e supervisão musical; Alonso Barros, recriação coreográfica; Miguel Briamonte, direção musical e Marcelo Larrea e Chris Aizmer, cenários. Figurinos a cargo de Emilia Duncan e Marcelo Pies. Som sob a responsabilidade de Marcello Claret e iluminação de Wagner Freire, de grande atuação na cena brasileira. Eis os profissionais que foram a base para que se montasse um dos mais belos musicais e o que é importante; nascido em São Paulo e sucesso espetacular no mágico espaço do Citibank Hall e em mais uma produção da Cie Brasil.

CLAUDIA RAIA E ELENCO

Claudia Raia
Bailarina de formação clássica e uma das atrizes mais versáteis do mundo dos espetáculos, Cláudia Raia definiu sua carreira artística já no começo da adolescência. Como que vivenciando o argumento do musical, ”Chorus Line”, foi uma das vencedoras dos testes na vida real. Nós da platéia, assistíamos os mais rigorosos duelos, torcendo para que um daqueles aspirantes vencesse a batalha. Cláudia Raia na dura realidade de uma seleção foi escolhida, para viver a personagem Sheila. Na estréia profissional foi elogiada pela crítica e aplaudida pelo público. Não parou mais.

É a atriz que mais atua em teatro, cinema e televisão e, claro nos musicais, sem dúvida para o qual nasceu.
Cláudia Raia é sem dúvida a autêntica representante da nova geração das nossas estrelas de musicais, seguindo as pegadas de Bibi Ferreira e Marília Pêra.

Na seqüência dos musicais ”Não Fuja da Raia”, teve oportunidade e tempo para amadurecer e se preparar para viver Charity Hope Valentini Sweet Charity, imortalizada no mundo ocidental pelo teatro e cinema.

Dançando, cantando e representando, é perfeita, esbanjando técnica e carisma. E mais. Encanta e de uma comunicabilidade cênica rara. Generosa, integra-se ao elenco.

O diretor neste Brasil de versáteis talentos, pode escolher os melhores dentre os excepcionais. Marcelo Médice, vivendo Oscar Lindauist, surge no final do primeiro ato.

Claudia Raia
È o grande e versátil talento que apareceu nos últimos anos. Prova que é capaz de tudo, vivendo uma personagem chave e bem delineada e perfeita. A beleza do espetáculo da encenação, é o resultado de ser teatro puro, com enredo, argumento e textos sensacionais. Todo o elenco brilha e compõe um todo perfeito: Kátia Barros, Renata Vilela, Ricca Barros, Edson Montenegro, mais uma vez excepcional, Fernando Patau, Renata Ricci, Fernando Rocha, Estela Ribeiro, Carol Mariotini, Keila Fuke, Luciana Bolinha, Samantha Caracante, Gianna Pagano, Paulo Gelly, Vanessa Costa, Luana Melo, Luiz Pacini, Floriano Nogueira e muitos outros. Espetacular a direção musical de Miguel Briamonte, bem próxima do publico que, pode senti-la e apreciá-la por inteiro.

Espetáculo nascido da Sétima Arte, levada para o palco e, hoje no belo e adequado espaço do Citibank Hall, com características bem brasileiras e, portanto próximo de todas as camadas sociais. Os aplausos finais definem o espetáculo: empolgante e encantador.

Jornalista – MS 4737
Hilton Viana

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